SUSANA ROCHA
DIRECTORA ARTÍSTICA / ATELIER 08
www.susanarocha.com
@susana.v.rocha
susanavrocha@gmail.com

SUSANA ROCHA
"Hold your tears", 2025
Escoras metálicas, ralos e olhos verdes em vidro soprado
Dimensões variáveis

SUSANA ROCHA
"Never too far from the ground", 2025
Aço, borracha, ferragens metálicas, vidro e larvas em vidro
90 x 25 x 14 cm
Susana Rocha licenciou-se em Pintura pela Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa (2010) e possui um Mestrado em Pintura (2012) pela mesma universidade. Tem um Mestrado em Ensino - Artes Visuais pelo Instituto de Educação da Universidade de Lisboa (2013) e um Doutoramento em Artes Visuais (2020) pela Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa.
É fundadora e Diretora Artística da DUPLEX, onde desenvolve projetos curatoriais, dirige e produz a programação da galeria DUPLEX e o Programa Internacional de Residências.
Recebeu vários prémios e bolsas, nomeadamente o Prémio Aquisição da Fundação María Cristina Masaveu Peterson (ES) no ARCO Lisboa 2022, uma Bolsa de Produção da Supersonic Online Residency (financiada pela Câmara Municipal de Lisboa, PT), selecionada como Artista Emergente Portuguesa selecionada pela EMERGE premiada com um Estúdio financiado no Palácio dos Coruchéus pela Câmara Municipal de Lisboa (2019/2023), premiada com uma Bolsa Individual de Doutoramento pela Fundação para a Ciência e a Tecnologia (FCT) (2016/2020), Bolsa de Residência da Galeria Largo das Artes/Despina, Rio de Janeiro (Brasil), e vencedora do “Prémio Jovens Criadores: Artes Plásticas”, Clube Português Artes e Ideias.
O seu trabalho está representado em diversas coleções das quais se destacam Fundación María Cristina Masaveu Peterson (ES), Colección Kells (ES), Colección Los Bragales (ES), Colección Zarur (MX), Sociedade Nacional de Belas-Artes (PT).
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A prática de Susana Rocha desenvolve-se em torno de tensões, exploradas através de uma multiplicidade de materiais imbuídos de potencial metafórico, que evocam frequentemente uma relação implícita com um corpo sugerido.
Esta fetichização dos materiais – fragmentados, rearranjados, apropriados, perfurados, manipulados e escultórica reafirmados – assume-se como uma reflexão sobre si e o outro, encerrando uma latência que é inegavelmente física, mas sobretudo psicoemocional.
Traduzindo um sentido transitório da vida, onde a experiência do luto e do absurdo têm uma forte presença, e recorrendo frequentemente ao fenómeno da sugestão para encarnar a ausência, a limitação, o confronto, o desconforto e o fracasso, a artista desenvolve os seus projetos a partir de experiências pessoais, cuja narrativa quase nunca é evidentemente biográfica, procurando um sentido universalizante das lutas e, sobretudo, das tensões da condição humana.


